Qual o impacto para a logística nacional e para quem opera na cadeia de exportação e importação?
O complexo portuário catarinense inicia uma nova fase após a federalização da sua gestão. Desde janeiro de 2025, o Porto de Itajaí deixou de estar sob a administração municipal e passou à responsabilidade da Autoridade Portuária de Santos (APS), vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
A decisão visa acelerar investimentos e reformas operacionais no porto que, entre outros, já conta com previsão de aporte de cerca de R$ 844 milhões para modernização e ampliação de capacidade. Para o setor logístico, isso significa abertura de novas janelas operacionais, maior profundidade no canal de acesso e mais competitividade regional.
Novos contornos para o fluxo logístico
Com a mudança, o Porto de Itajaí poderá tomar decisões estruturais com maior agilidade, uma vez que a nova gestão é diretamente integrada à infraestrutura federal do sistema portuário nacional. A APS assume o comando operacional e financeiro do terminal, tarefa iniciada em 2 de janeiro de 2025.
Para importadores, exportadores e operadores logísticos, os impactos são claros:
- Menor ciclo de espera para atracação, já que navios maiores poderão operar com mais frequência.
- Maior previsibilidade de prazos, essencial em cadeias exportadoras de alto volume e valor agregado.
- Reposicionamento da tarifa portuária e renegociações contratuais, à medida que a infraestrutura se adequa à nova configuração.
Riscos e pontos de atenção
Mesmo com o cenário promissor, o processo traz desafios de implementação. A complexidade jurídica da federalização, liminares pendentes e transição institucional revelam que ainda há margem para desvios — prazos de investimento ou gargalos já existentes podem ser agravados.
Empresas que dependem da malha logística litorânea catarinense devem manter atenção sobre:
- cronogramas de obra e dragagem;
- condições dos contratos de janelas de navios;
- políticas de buffer e armazenagem diante de possíveis oscilações temporárias.
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Como operador integrado de transporte, armazenagem e agenciamento de cargas internacionais, a TAC está posicionada para atuar em sinergia com o novo modelo do porto.
- Transporte nacional otimizado para conectar terminal portuário ao interior.
- Armazenagem estratégica próxima aos portos em Itajaí, Navegantes e Garuva com buffer operacional pronto.
- Agenciamento de cargas internacionais que reforça visibilidade e fluidez no fluxo de importação/exportação.
Para as cadeias logísticas que operam com urgência, volume e complexidade, a nova geso do porto catarinense representa um momento de alinhamento estratégico e a TAC se coloca como facilitadora desse salto.
Como você vê essa transição nos próximos 12 meses? A nova configuração será realmente mais ágil e competitiva? Deixe sua opinião nos comentários.
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A TAC Corporation é uma empresa de multissoluções logísticas que atua de forma integrada nas áreas de transporte rodoviário nacional, armazenagem de cargas e agenciamento de cargas internacionais.
Com operações estrategicamente posicionadas em Itajaí, Navegantes e Garuva, a TAC conecta pessoas, empresas e oportunidades, oferecendo soluções inteligentes, ágeis e seguras para toda a cadeia logística.
Apaixonados por movimentar sonhos pelo mundo, somos referência em logística integrada, eficiência operacional e experiência personalizada para cada cliente.