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22 out 2025

Porto de Itajaí passa a ser administrado pela autoridade portuária da Bahia: o que muda?

Qual o impacto para a logística nacional e para quem opera na cadeia de exportação e importação?

O complexo portuário catarinense inicia uma nova fase após a federalização da sua gestão. Desde janeiro de 2025, o Porto de Itajaí deixou de estar sob a administração municipal e passou à responsabilidade da Autoridade Portuária de Santos (APS), vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

A decisão visa acelerar investimentos e reformas operacionais no porto que, entre outros, já conta com previsão de aporte de cerca de R$ 844 milhões para modernização e ampliação de capacidade.  Para o setor logístico, isso significa abertura de novas janelas operacionais, maior profundidade no canal de acesso e mais competitividade regional.

Novos contornos para o fluxo logístico

Com a mudança, o Porto de Itajaí poderá tomar decisões estruturais com maior agilidade, uma vez que a nova gestão é diretamente integrada à infraestrutura federal do sistema portuário nacional. A APS assume o comando operacional e financeiro do terminal, tarefa iniciada em 2 de janeiro de 2025.

Para importadores, exportadores e operadores logísticos, os impactos são claros:

  • Menor ciclo de espera para atracação, já que navios maiores poderão operar com mais frequência.
  • Maior previsibilidade de prazos, essencial em cadeias exportadoras de alto volume e valor agregado.
  • Reposicionamento da tarifa portuária e renegociações contratuais, à medida que a infraestrutura se adequa à nova configuração.

Riscos e pontos de atenção

Mesmo com o cenário promissor, o processo traz desafios de implementação. A complexidade jurídica da federalização, liminares pendentes e transição institucional revelam que ainda há margem para desvios — prazos de investimento ou gargalos já existentes podem ser agravados.

Empresas que dependem da malha logística litorânea catarinense devem manter atenção sobre:

  • cronogramas de obra e dragagem;
  • condições dos contratos de janelas de navios;
  • políticas de buffer e armazenagem diante de possíveis oscilações temporárias.

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Como operador integrado de transporte, armazenagem e agenciamento de cargas internacionais, a TAC está posicionada para atuar em sinergia com o novo modelo do porto.

  • Transporte nacional otimizado para conectar terminal portuário ao interior.
  • Armazenagem estratégica próxima aos portos em Itajaí, Navegantes e Garuva com buffer operacional pronto.
  • Agenciamento de cargas internacionais que reforça visibilidade e fluidez no fluxo de importação/exportação.

Para as cadeias logísticas que operam com urgência, volume e complexidade, a nova geso do porto catarinense representa um momento de alinhamento estratégico e a TAC se coloca como facilitadora desse salto.

Como você vê essa transição nos próximos 12 meses? A nova configuração será realmente mais ágil e competitiva? Deixe sua opinião nos comentários.

 

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A TAC Corporation é uma empresa de multissoluções logísticas que atua de forma integrada nas áreas de transporte rodoviário nacional, armazenagem de cargas e agenciamento de cargas internacionais.

Com operações estrategicamente posicionadas em Itajaí, Navegantes e Garuva, a TAC conecta pessoas, empresas e oportunidades, oferecendo soluções inteligentes, ágeis e seguras para toda a cadeia logística.

Apaixonados por movimentar sonhos pelo mundo, somos referência em logística integrada, eficiência operacional e experiência personalizada para cada cliente.

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